quinta-feira, 24 de março de 2016

A BESTA DO APOCALIPSE 13 E O CHIFRE PEQUENO - 666


A Profecia das Nações
Daniel capítulo dois Leia atentamente:

Antes de começarmos a entender as profecias que retratam o fim dos tempos, é preciso que entendamos o que representa cada símbolo apresentada nas revelações proféticas.

Com essa tabela nas mãos agora podemos entender cada elemento profético para o fim dos tempos.

Anunciando a volta de Jesus

A nossa história começa há mais de 2500 anos atrás, em torno de 600 anos antes de Cristo. Nabucodonosor era o rei da Babilônia, ele havia feito grandes conquistas e almejava estender as fronteiras do seu reino até as extremidades da Terra. No entanto, certa noite teve um sonho notável. Seu espírito ficou muito perturbado e perdeu o sono. Apesar de ter ficado impressionado com o que havia sonhado, ao acordar não pode se lembrar do sonho. Perplexo, ele convocou os sábios, os astrólogos, os adivinhos e os feiticeiros do seu reino para consultá-los.

Nabucodonosor queria que estes dissessem qual foi o seu sonho e a respectiva interpretação. Logicamente que os sábios não puderam desvendar o sonho, então o Rei Nabucodonosor enfurecido expediu um decreto mandando exterminar todos os sábios de seu reino. Esse decreto atingia também o jovem Daniel que era um escravo hebreu que servia na corte, bem como seus três companheiros. Daniel, de forma prudente, solicitou que o rei adiasse a sentença de morte porque ele iria buscar auxílio ao Deus de seus pais.

Então Deus revelou a Daniel, em visão, o sonho de Nabucodonosor e disse que cada parte da grande estátua simbolizaria um grande império que surgiria desde a época do reino da Babilônia até o estabelecimento do Reino de Deus. Dessa forma, Deus salvou a vida de Daniel e seus amigos; e Daniel foi elevado à condição de governador da Babilônia. (Daniel 2)

A REVELAÇÃO DO FUTURO DA HUMANIDADE

“Respondeu Daniel na presença do rei e disse: O mistério que o rei exige, nem encantadores, nem magos nem astrólogos o podem revelar ao rei; mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios, pois fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser nos últimos dias. O teu sonho e as visões da tua cabeça, quando estavas no teu leito, são estas: Estando tu, ó rei, no teu leito, surgiram-te pensamentos a respeito do que há de ser depois disto. Aquele, pois, que revela mistérios te revelou o que há de ser”.

“E a mim me foi revelado este mistério, não porque haja em mim mais sabedoria do que em todos os viventes, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei, e para que entendesses as cogitações da tua mente. Tu, ó rei, estavas vendo, e eis aqui uma grande estátua; esta, que era imensa e de extraordinário esplendor, estava em pé diante de ti; e a sua aparência era terrível. A cabeça era de fino ouro, o peito e os braços, de prata, o ventre e os quadris, de bronze; as pernas, de ferro, os pés, em parte, de ferro, em parte, de barro”.

“Quando estavas olhando, uma pedra foi cortada sem auxílio de mãos, feriu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmiuçou. Então, foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como a palha das eiras no estio, e o vento os levaram, e deles não se viram mais vestígios. Mas a pedra que feriu a estátua se tornou em grande montanha, que encheu toda a terra”. “Este é o sonho; e também à sua interpretação diremos ao rei. Tu, ó rei, rei de reis, a quem o Deus do céu conferiu o reino, o poder, a força e a glória; a cujas mãos foram entregues os filhos dos homens, onde quer que eles habitem e os animais do campo e as aves do céu, para que dominasses sobre todos eles, tu és a cabeça de ouro. Depois de ti, se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual terá domínio sobre toda a terra. O quarto reino será forte como ferro; pois o ferro a tudo quebra e esmiúça; como o ferro quebra todas as coisas, assim ele fará em pedaços e esmiuçará. Quanto ao que viste dos pés e dos artelhos, em parte, de barro de oleiro e, em parte, de ferro, será esse um reino dividido; contudo, haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois que viste o ferro misturado com barro de lodo. Como os artelhos dos pés eram, em parte, de ferro e, em parte, de barro, assim, por uma parte, o reino será forte e, por outra, será frágil”.

“Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão mediante casamento, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro. Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre, como viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. O Grande Deus fez saber ao rei o que há de ser futuramente”. “Certo é o sonho, e fiel, a sua interpretação”.

Representação e Significados do Sonho e da Visão

Resumo: Ouro: Babilônia 608-538 AC.; Prata: Medo-Pérsia 538-331 AC.; Bronze: Grécia 331-168 AC.; Ferro: Império Romano 168-476 DC. Pés: Por fim, entre 351 e 476 temos a invasão do Império pelos bárbaros e sua consequente divisão em dez Reinos ou a Europa ocidental até hoje.

Daniel 7: 1-8. Quatro monarquias Universais.

“No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel um sonho e visões de sua cabeça quando estava na sua cama; escreveu logo o sonho, e relatou a suma das coisas. Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando na minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar grande. E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar”.

“O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas às asas, e foi levantado da terra, e posto em pé como um homem, e foi-lhe dado um coração de homem”. “Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne”. “Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio”. “Depois disto eu continuei olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres”.

Os acontecimentos aqui preditos são paralelos aos que haviam sido mostrados, anos antes o Rei Nabucodonosor, de Babilônia mediante uma estátua simbólica em sonho. Na segunda representação desses eventos, através de Leviatãs ou animais simbólicos, foram apresentados mais detalhes relativos a esses reinos e a segunda vinda de Cristo.

O profeta ficou espantado diante do que vira e pedindo explicações, lhe foi dito que os quatro grandes animais simbolizavam quatro Reinos poderosos que se levantariam sucessivamente. (Daniel 7:17).

Na Bíblia, animais simbolizam Reinos. Mar ou águas representam povos (Apocalipse 17:15). Ventos são guerras que provocam mudanças políticas (Jeremias 4:11, 25:32 e Habacuque 1:11). O quadro apresentado a Daniel mostra que os povos seriam agitados pelas guerras e que quatro reinos alcançariam o domínio mundial.

O Primeiro Império

“O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, e foi levantado da terra, e posto em pé como um homem, e foi-lhe dado um coração de homem”. (Daniel 7:4).

O primeiro Reino, Babilônia é simbolizado por um leão com asas. O profeta Jeremias prevendo suas conquistas declarou: “Subiu um leão da sua ramada, um destruidor de nações; ele já partiu, saiu do seu lugar para fazer da tua terra uma desolação, a fim de que as tuas cidades sejam assoladas, e ninguém habite nelas” (Jeremias 4:7). As asas devem designar a rapidez das suas conquistas. Disse o Senhor por meio do Profeta Habacuque (1:6-8): “Porque eis que suscito os caldeus, nação amarga e impetuosa, que marcha sobre a largura da terra, para apoderar-se de moradas que não são suas. Horrível e terrível é; dela mesma sairá o seu juízo e a sua dignidade. E os seus cavalos são mais ligeiros do que os leopardos, e mais espertos do que os lobos à tarde; os seus cavaleiros espalham-se por toda parte; os seus cavaleiros virão de longe; voarão como águias que se apressam a devorar”. Os Babilônios mantiveram o domínio de todo o mar mediterrâneo desde 608 AC até aproximadamente 538 AC guando foram vencidos pelos Medos-Persas.

O Segundo Império

“Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne”. Daniel 7: 5:

O segundo reino, a Média e a Pérsia são representados por um urso. O urso é mais fraco e lento que o Leão, porém mais voraz. Assim, também os exércitos Medo- Persa se bem que mais fracos e lentos nas conquistas que os babilônios, foram mais sanguinários que estes e de fato devoraram muita carne. As três costelas que o Urso tinha entre os dentes se referem as suas presas principais: Babilônia, Lídia e Egito.

O Terceiro Império

“Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio”. (Daniel 7: 6).

O terceiro Reino, o Império Grego é simbolizado por um Leopardo com quatro cabeças e quatro asas. Em 331 antes de Cristo, Alexandre Magno, soberano da Grécia arrebatou o domínio dos Medos e Persas. O leopardo já é por si, mais ágil, e as quatro asas lhe dão ainda maior agilidade. Temos, pois aqui um símbolo adequado das espantosas conquistas gregas. Alexandre percorreu com seu exército em menos de oito meses, uns 8.200 km.

Após a morte de Alexandre, o Reino foi dividido entre os quatro de seus principais generais: Cassandro, Seleuco, Lísimaco e Ptolomeu em cumprimento das quatro cabeças simbólicas do animal. Essa sucessão de reinos também foi mostrada a Daniel no capítulo oito de seu livro na qual um carneiro com duas pontas representa a Média e a Pérsia e um Bode representa a Grécia. O Bode vence o pobre Carneiro pisando o com os pés! Veja abaixo a confirmação do anjo Gabriel:

Aquele carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia, mas o bode peludo é o rei da Grécia; e o grande chifre que tinha entre os olhos é o primeiro rei; na divisão do Grandioso Reino de Alexandre, Cassandro ficou com a Macedônia, Ptolomeu com o Egito, a Síria e a Palestina, Seleuco com o extremo oriente até a Índia, e Lísimaco obteve a Trácia e a Ásia menor ou a atual Turquia. O Império Grego, enfraquecido por causa da divisão se tornaria presa fácil para o reino que veria o nascimento do messias; O Império Romano.

O Quarto Império

“Depois disto eu continuei olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres. Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços...”.

Em Daniel capitulo oito de um dos quatro chifres do Bode, o profeta viu sair uma ponta mui pequena, que cresceu para o oriente e para a terra formosa (Israel). E se engrandeceu até o Príncipe dos príncipes e foi por ele retirado o contínuo sacrifício, e o lugar do seu santuário foi lançado por terra. Daniel 8:9-11. Fala-se aqui de Roma em todas as suas fases. Ela de fato conquistou a terra formosa e se levantou contra Cristo, o Príncipe dos príncipes no ano 31 DC. O império Romano também destruiu o Templo de Jerusalém, o Santuário Terrestre em 70 DC, acabando com o sacrifício judaico de cordeiros. As profecias se cumpriram com exatidão fantástica!

O quarto Reino é representado por um animal espantoso, uma Besta-Fera que tinha unhas de metal. Daniel 7:20. De fato, o Império Romano foi o mais carniceiro de todos. Além de ter destruído Israel, acabou perseguindo os cristãos por quase três séculos até o Edito de Tolerância em 311 DC. Mas a profecia não acaba por aqui; O profeta vê surgir dez chifres da cabeça do animal e o terrível Chifre Pequeno, o representante de Satanás na Terra! Para salvar o seu povo, o Filho do Homem aparece nas nuvens do céu com poder, glória e majestade.

Curiosamente com a destruição do Império Romano em 476 DC surgiu dez nações bárbaras na Europa Ocidental! São elas: os Germanos, os Francos, os Burgundos, os Suevos, os Anglo-Saxões, os visigodos, os Lombardos, os Hérulos, os Vândalos e os Ostrogodos. Esses dez Reinos Bárbaros se tornariam durante a Idade Média as atuais nações da Europa. Por exemplo, a Germânia se tornou a Alemanha, os Francos, a França e por aí vai. Então finalmente descobrimos a identidade dos dez Reis, simboliza a Europa dividida. No entanto a profecia afirma que três desses Reinos não se desenvolvem (Dan 7:24) dando lugar ao Chifre Pequeno. Isso aconteceu? Sim, os Hérulos caíram em 493, os Vândalos em 498 e os Ostrogodos em 538. Ou seja, são tribos que não se tornaram nações Europeias.

Os 3 Chifres Caem

1- Germanos = Alemanha;
2- Francos = França;
3- Burgundos = Suíça;
4- Suevos = Portugal;
5- Anglo-saxões = Inglaterra;
6- Lombardos = Itália,
7- Visigodos = Espanha.
8- Os Hérulos; Caiu no ano 493
9- Os Vândalos; Caiu no ano 498
10- Ostrogodos; Caiu no ano 538

Os três últimos reinos acima foram destruídos pelo poder do chifre pequeno e não se tornaram nações europeias. Note que o anjo Gabriel diz claramente no Versículo 24 que os chifres representam dez reinos. Esses mesmos dez reinos reaparecem em apocalipse 17:12 "E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta".

Os historiadores concordam em afirmar que por trás da espantosa queda do Império Romano, devido às invasões bárbaras, o Pontífice romano tomou o lugar dos antigos Césares dando origem a um novo Império, o qual chegou a governar completamente a Europa: ".... Enquanto a administração do Império Romano se desmoronou por todo o Ocidente. Fato que se iniciou antes das invasões dos bárbaros - o Papado se converteu na instituição mais estável da Itália, e em muitas questões assumiu o papel dos antigos imperadores... O Papado não é mais que o espectro do desaparecido Império Romano e sua coroa se apoiam sobre a tumba daquele império. O Papa herdou da Roma pagã a ostentação dos trajes, cerimônias e instâncias administrativas. Não somente era o líder cristão e o protetor da religião ortodoxa, mas também a semente da civilização romana que se alçava contra a grande massa de invasores bárbaros".

Sob o Império Romano os papas não tinham poderes temporais. Mas quando o Império Romano havia se desintegrado e seu lugar foi tomado por um grande número de reinos rudes, bárbaros, a Igreja Católica Romana não somente chegou a ser independente dos Estados em assuntos religiosos, mas também a ter autoridade em assuntos seculares. Durante três séculos a Igreja romana havia transformado a organização administrativa do Império Romano. Seu palácio romano, em Letram, chegou a ser o novo senado. Os bispos que viviam em Roma, os sacerdotes e os diáconos, ajudavam o Papa a administrar este novo Império. No entanto a rapidez com que se desenrolou sua subida ao poder, se viu rodeada de grandes obstáculos, pois três reinos bárbaros incluindo os hérulos que ainda governavam na cidade de Roma, recusaram tornarem-se católicos, como os demais, e ameaçavam destruir o Império que nascia:

Os ostrogodos se estabeleceram ao norte da Itália e um de seus mais notáveis reis foi Teodorico. Mesmo ariano, foi a princípio, favorável aos católicos. Mas causas políticas e religiosas lhe fizeram mudar de atitude... Como o Papa não pudera pedir consciente tudo o que queria o rei, Teodorico o fez apressar seu regresso e colocá-lo em um calabouço onde morreu. Em nenhuma parte, os católicos sofreram tanto como no norte da África. Foi invadido pelos Vândalos por ordem de Gensérico, chefe ariano que odiava os católicos.

Os bispos foram desterrados, e alguns deles e muitos fiéis mortos entre tormentos. Mais feroz se mostrou seu filho Homérico que redobrou os horrores da perseguição. Entre outras, estas nações bárbaras que ocupavam diversas partes do Império tinham nome: hérulos, vândalos e ostrogodos. Ante o perigo de contaminação religiosa constituída pela presença destes hereges no seio da cristandade, o papado não podia mais que desejar eliminar tal obstáculo.

Mas, como podia o papado destruir estes três reinos se não dispunha de exército? E mais, como poderia fazê-lo tratando-se de um poder religioso? A resposta de Daniel: "Seu poder se fortalecerá; mas não com força própria". Isto indica que o papado haveria de utilizar a outros para conseguir seu objetivo, fato confirmado pela história: 
Os bispos não paravam de chamar ao imperador para ajudá-los. Sobre a instigação de Zenón, imperador do Oriente e amigo do bispo de Roma, uma primeira potência ariana ia ser destruída. Em 493 os hérulos foram expulsos da Itália por Teodorico. Justiniano, imperador de Bizâncio no ano 527, desejava restabelecer a autoridade imperial no Ocidente. Assim, Belisário, o melhor de seus generais, combateu em Cartago, de onde expulsou aos vândalos e recuperou grande parte das antigas possessões romanas do norte da África. Comandou depois uma expedição na Itália e no ano 553 expulsou aos Ostrogodos.

Ainda que a expulsão definitiva do último poder ariano se conseguiu em 553 d.C., foi em 538 que marcou o fim deste, pois nesse ano Justiniano fez desembarcar seus exércitos na Itália, tirou a cidade de Roma de suas mãos e a entregou ao Papa. Com isto, o imperador pôs em vigência o decreto que havia escrito cinco anos antes, o qual reconhecia o Papa como "cabeça de todas as santas igrejas" e "cabeça de todos os santos sacerdotes de Deus". Desta maneira as palavras: "E diante dele foram arrancados três chifres dos primeiros", tiveram pleno cumprimento. ‘’E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo’’. Apocalipse 12:17

Ainda que a profecia mostre que o poder do papado no tempo das invasões bárbaras era "pequeno", anuncia que seu poder e influência aumentariam gradualmente até fazer-se "maior que seus companheiros." As citações históricas seguintes demonstram isto: No ano 1076, Enrique IV rei da Alemanha, destituiu o Papa, acusando-o de criminoso por ter se excedido em seus poderes. O Papa Gregório VII, respondeu excomungando o imperador e liberando a seus súditos da obediência devida a este. Abandonado pelos príncipes germanos, o imperador encontrou-se só e isolado. Cruzou os Alpes no meio do inverno para pedir perdão ao Papa, e se diz que ele permaneceu de pé, no pátio do castelo de Canosa, ao norte da Itália por três dias e três noites em janeiro de 1077, antes que o Papa lhe absolvesse de excomunhão.

Com a eleição do cardeal Lotário de Segni para o sumo pontificado, quem tomou o nome e Inocêncio III, o papado alcançou o apogeu de seu poder. Como juiz da eleição imperial fez reconhecer a Oton IV como imperador da Alemanha, e quando este violou os juramentos feitos em sua eleição, o depôs e elegeu dentre os príncipes alemães a Frederico II da Sicília. Na França obrigou o rei Felipe Augusto a conservar sua esposa legítima a princesa Isambur. João Sem Terra da Inglaterra, depois de uma larga luta com o Papa, retrata todas as leis perseguidoras que havia ditado contra a Igreja e declara a Inglaterra feudo propriedade da Santa Sede.

O poder secular sobre as nações europeias foi usado para silenciar a todos os que se negavam a aceitar suas doutrinas. Os livros de história estão cheios de horrendas descrições disto: Em Clermont, França, em 1095, celebrou-se um grande concílio ao qual assistiram mais de 200 bispos e numerosos nobres. O Papa Urbano, que era francês, dirigiu aos reunidos um eloquente discurso: Deus tem concedido aos franceses, sobre as demais nações, uma grande eficácia militar. Por ele deveis empreender imediatamente a ação como remissão de nossos pecados. Quando o Papa terminou, todos gritaram: "Deus o quer!". Os cruzados massacraram durante três dias aos habitantes da cidade, e fizeram um imenso saque. Homens, mulheres, crianças e muçulmanos foram assassinados; os judeus queimados na sinagoga e a grande mesquita, roubada.

Em 1012 os judeus foram expulsos de Mainz e em 1096, com a primeira cruzada, comunidades completas foram massacradas. Centenas de milhares de judeus morreram. As cruzadas seguintes (1146 e 1189) intensificaram a onda de massacres e terror. Param em 1391, as matanças dos judeus chegassem à apoteose da crueldade, impulsionadas pela agitação fatalmente antissemita de Ferrant Martínez, arcediano [primeiro diácono] da catedral de Sevilha. Calcula-se que 60 000 judeus foram sacrificados. Durante o mandato do grande inquisidor Torquemada foram processadas, executadas e castigadas, mais de 114 mil pessoas, entre judeus, conversos e hereges. Em 1616, sob o imperador Susneyos, a comunidade judia foi acometida de um terrível massacre. Seu “reino foi destruído e dois terços de sua população foi assassinada ou forçada a converter-se ao cristianismo”.

Também os cristãos fiéis que não quiseram se unir com a maioria e persistiram em "defender a fé uma vez dada aos santos", foram terrivelmente perseguidos, maltratados e cruelmente exterminados: Muitos foram os que recusaram as doutrinas falsas da Igreja. Estes foram chamados de "hereges" e foram perseguidos ferozmente pela Igreja Católica Romana. Um dos documentos em que se ordenou tal perseguição foi o desumano Ad Extirpando, que foi editado pelo Papa Inocêncio IV. Este documento declarava que os hereges tinham que ser exatamente como serpentes venenosas. Sacerdotes, reis e membros civis do sistema romano, foram chamados a unir-se a esta cruzada guerreira.

Declarava o documento que qualquer propriedade que confiscassem lhes seria dada como propriedade com título limpo e, além disto, lhes prometiam remissão de todos os seus pecados como prêmio por matar um herege. A princípio, o Papa Inocêncio III tentou converter os albigenses, para isto enviou como missionários os monges cistercienses, animando o espanhol Santo Domingo que realizara em 1205 uma viagem por toda a região. O esforço foi inútil. Este evento fez Inocêncio decidir convocar uma cruzada contra os albigenses, e a pedir a Felipe que confiscasse as possessões do conde herege. A campanha se iniciou com o ataque à cidade de Bíziers e o massacre de seus habitantes. Matando a todos, Deus nos recompensará, era o lema do representante papal, Fernando Amalric.

Em 1232 o papa Gregório IX criou a Inquisição Romana, como uma organização repressiva dotada de tribunais especiais para buscar e julgar aos hereges, apoiando-se principalmente na ordem dos frades dominicanos. Em 1223 encomendou a eles [os frades] o total extermínio dos albigenses, que foram perseguidos e capturados cruelmente, levados a juízo e queimados na fogueira. No fim do século XII já não havia rastro de heresia.

Sabei que o interesse da Santa Sede e os de vossa coroa - escreva o Papa Martinho V os impõe o dever de exterminar aos Husitas. Estes ímpios se atrevem a proclamar princípios de igualdade. Sustentam que todos os cristãos são irmãos. Sustentam que Cristo veio à Terra para abolir a escravidão e chamam o povo a ser livre, Dirigi vossas forças contra Boemia. Matai, fazei desertos em qualquer parte, por que nada poderia ser mais agradável a Deus e mais útil à causa dos reis que o extermínio dos Husitas.

Um indivíduo podia ser penalizado por não assistir à Igreja ou uma mulher açoitada por fazer suas faxinas no domingo. As leis civis apoiavam a autoridade dos tribunais eclesiásticos, e por ele uma pessoa excomungada devia ser proibida, encarcerada ou queimada se era um herege. A restauração do catolicismo por intermédio do cardeal Reginald Pole, 1554 promoveu uma campanha de perseguição sem precedentes na história da Inglaterra. Mais de 300 pessoas foram queimadas por suas crenças, principalmente no sul do país, sendo em sua maioria humildes camponeses.

No dia de São Bartolomeu no ano de 1572, houve um massacre sangrento em Paris onde morreram dez mil protestantes. O rei francês foi à missa dar graças solenes por haver sido assassinado tantos hereges. A corte papal recebeu a notícia com grande alegria e o Papa Gregório XII foi à igreja de São Luís dar graças pela vitória! O Papa ordenou que se criasse uma moeda comemorando o acontecimento.

Todavia, a grande quantidade de referências citadas, fariam faltas centenas de páginas para descrever em detalhe a crueldade e intolerância deste temível império. Muitos milhares de sinceros cristãos foram exterminados quando, igualmente a Caim, o bispo de Roma mandou matar a seus irmãos porque preferiam obedecer a Deus a aos homens.

A inquisição, as cruzadas, as perseguições contra os Valdenses e os Albigenses, o extermínio em Bohemia, a matança em São Bartolomeu, as catacumbas, as máquinas de torturas, as fogueiras, a morte, a desolação e toda a história, nos confirmam o cumprimento das palavras inspirados por Deus vários séculos atrás: Mas, no fim do seu reinado, quando acabarem os prevaricadores, se levantará um rei, feroz de semblante, e será entendido em adivinhações. E se fortalecerá o seu poder, mas não pela sua própria força; e destruirá maravilhosamente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos e o povo santo (Daniel 8:23, 24).

No lugar desses 3 chifres que caíram, surge o Chifre Pequeno. Note que: Chifre significa reino ou país (Daniel 7:24), portanto o Chifre pequeno é uma Nação pequena! Veja que estamos falando da Europa porque o profeta viu os quatro animais surgirem do Mar Grande ou mediterrâneo (Daniel 7:2). Essa nação se opõe a Lei de Deus, aos santos ou verdadeiros cristãos, e de acordo com algumas traduções altera o calendário dos povos (Daniel 7:25 tempos = calendário). O chifre Pequeno é representado em Apocalipse 13 como uma Besta que subia do mar. Alguma semelhança com Daniel capítulo sete?

Desenvolvimento do quarto Reino:

Nós vimos que os quatro primeiros Reinos que lograriam domínio no Mediterrâneo seriam Babilônia (Leão), Medo-Pérsia (Urso), Império Grego (Leopardo) e por fim o Império Romano (Animal terrível com dez Chifres). Agora discorreremos sobre os dez Chifres que saíram do império Romano e o Chifre Pequeno insolente. Veja Abaixo Daniel capítulo sete.

“Depois disto eu continuei olhando” nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres. Estando eu a considerar os chifres, eis que, entre eles subiu outro chifre pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava grandes coisas. Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me perturbaram. Cheguei-me a um dos que estava perto, e pedi-lhe a verdade acerca de tudo isto. E ele me disse, e fez-me saber a interpretação das coisas.

Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra. Mas os santos do Altíssimo receberão o reino, e o possuirão para todo o sempre, e de eternidade em eternidade. Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro e as suas unhas de bronze; que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobrava; E também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça, e do outro que subiu, e diante do qual caíram três, isto é, daquele que tinha olhos, e uma boca que falava grandes coisas, e cujo parecer era mais robusto do que o dos seus companheiros.

Eu olhava, e eis que este chifre fazia guerra contra os santos, e prevaleceu contra eles. Até que veio o ancião de dias, e fez justiça aos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino. Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis.

E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo. Mas o juízo será estabelecido, e eles tirarão o seu domínio, para destruí-lo e para desfazê-lo até ao fim. E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão. Aqui terminou o assunto. “Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram, e mudou-se em mim o meu semblante; mas guardei o assunto no meu coração”.

MUDANÇA DOS TEMPOS

O Calendário gregoriano é o calendário utilizado na maior parte do mundo e em todos os países ocidentais. Foi promulgado pelo Papa Gregório XIII a 24 de fevereiro de 1582 para substituir o calendário Juliano.

Gregório XIII reuniu um grupo de especialistas para reformar o calendário Juliano e, passados cinco anos de estudos, foi elaborado o calendário Gregoriano, que foi sendo implementado lentamente em vários países. Oficialmente o primeiro dia deste calendário foi 15 de outubro de 1582, para o Papa Gregório XIII, a reforma gregoriana tinha por finalidade fazer regressar o equinócio da primavera a 21 de março e desfazer o erro de dez dias já existente. Para isso, a bula papal mandava que o dia imediato à quinta-feira, quatro de outubro, fosse designado por sexta-feira, 15 de outubro.

Como se vê, embora houvesse um salto nos dias, manteve se intacto o ciclo semanal. Para evitar, no futuro, a repetição da diferença foi estabelecida que os anos seculares só fossem bissextos se fossem divisíveis por 400. Suprimir-se-iam assim, três dias em cada 400 anos, razão pela qual o ano 1600 foi bissexto, mas não o foram os anos 1700, 1800 e 1900, que teriam sido segundo a regra Juliana, por serem divisíveis por quatro.

A duração do ano Gregoriano é, em média, de 365 dia 05h 49m 12s, isto é, tem atualmente mais 27s do que o ano trópico. A acumulação desta diferença ao longo do tempo representará um dia em cada 3000 anos. É evidente que não valia a pena, aos astrônomos de Gregório XIII, atender a tão pequena e longínqua diferença, nem na atualidade ela tem ainda qualquer importância. Talvez lá pelo ano 5000 da nossa era, se ainda continuarmos com o mesmo calendário, seja necessário ter isso em consideração. Portugal, Espanha e Itália foram os únicos países que aceitaram de imediato a reforma do calendário.

Na França e nos Estados católicos dos Países Baixos a supressão dos dez dias fez-se ainda em 1582, durante o mês de dezembro (9 para 20 na França, 14 para 25 nos Países Baixos). Os Estados católicos da Alemanha e da Suíça acolheram a reforma em 1584; a Polônia, após alguma resistência, em 1586 e a Hungria em 1587.

A repugnância foi grande mesmo nos países católicos, pois isso significava sacrificar dez dias e romper aparentemente com a continuidade do tempo. Estas reações mostram que o calendário toca o coração das pessoas e que convém tratar a questão com prudência.

Nos países protestantes a recusa foi mais longa. O erudito francês Joseph Scaliger, pelas suas críticas, contribuiu para organizar a resistência. "Os protestantes, dizia Kepler, preferem antes estar em desacordo com o Sol do que de acordo com o Papa". Os protestantes dos Países Baixos, da Alemanha e da Suíça só por volta de 1700 aceitaram o novo calendário. Mas em algumas aldeias suíças foi preciso recorrer à força para obrigar o povo a fazê-lo.

A Inglaterra e a Suécia só o fizeram em 1752; foi preciso então sacrificar 11 dias, visto que tinham considerado 1700 como bissexto. O problema na Inglaterra agravou-se mais porque também nesse ano fora decidido que o início do ano seria transferido para o dia 1 de janeiro (até então o ano começava a 25 de março). Deste modo, na Inglaterra haviam-se suprimido quase três meses no início do ano e em setembro, com a adoção do calendário Gregoriano, eram suprimidos mais 11 dias. Era demais para um povo fiel às tradições.

Os russos, gregos, turcos e, de uma maneira geral, os povos de religião ortodoxa, conservaram o calendário Juliano até princípio deste século. Como tinham considerado bissextos os anos de 1700, 1800 e 1900, a diferença era já de 13 dias. A URSS adotou o calendário gregoriano em 1918, a Grécia em 1923 e a Turquia em 1926.

Em conclusão, atualmente o calendário gregoriano pode ser considerado de uso universal. Mesmo aqueles povos que, por motivos religiosos, culturais ou outros, continuam agarrados aos seus calendários tradicionais, utilizam o calendário gregoriano nas suas relações internacionais.

A seguir à implantação da reforma gregoriana, os cristãos suprimiram o descanso ao sábado, transferindo-o para o domingo em comemoração perpétua da Ressurreição de Cristo. Assim se quebrou a unidade de descanso no sétimo dia, estabelecido por Moisés há mais de 5700 anos. Seguindo o exemplo dos cristãos, também os muçulmanos renunciaram ao preceito mosaico de descanso ao sábado e transferiram-no para sexta-feira, em cujo dia da semana, dez séculos antes, o Alcorão foi revelado a Maomé e se deu a fuga deste de Meca para Medina (15 de julho do ano 622 da era cristã).

DEFEITOS DO CALENDÁRIO GREGORIANO

O calendário gregoriano apresenta alguns defeitos, tanto sob o ponto de vista astronômico (estrutura interna), como no seu aspecto prático (estrutura externa). Por isso, vários investigadores pertencentes a várias igrejas ou organismos internacionais e mesmo privados se têm ocupado ativamente da reforma do calendário.

Sob o ponto de vista astronômico, o seu principal defeito é ser ligeiramente mais longo do que o ano trópico, o que se traduz por uma diferença de um dia em cerca de 3000 anos. Porém, esta pequena diferença não tem qualquer inconveniente imediato e uma reforma do calendário destinada, a corrigi-la traria sérios problemas, porque iria criar uma descontinuidade com as consequentes complicações cronológicas. O mesmo não acontece sob o ponto de vista prático, em que, de fato, se justifica uma modificação.

Com efeito, o número de dias de cada mês é muito irregular (28 a 31 dias). O mesmo acontece com a semana, adotada quase universalmente como unidade laboral de tempo, que não se encontra integrada nos meses e muitas vezes repartida por dois meses diferentes. Estas duas anomalias têm sérios inconvenientes numa distribuição racional do trabalho e dos salários, que são maiores do que à primeira vista se pode pensar. Até a própria economia doméstica se recente, visto que um salário mensal fixo tem de ser distribuído por um número diferente de dias. 
Mais grave ainda é a mobilidade da data da Páscoa, que oscila entre 22 de março e 25 de Abril, com as consequentes perturbações da duração dos trimestres escolares e de numerosas outras atividades (judiciais, econômicas, turísticas, etc.) particularmente nos países cristãos em que as festas da Semana Santa têm uma grande importância.

Há ainda outro ponto que é de interesse salientar. Diz respeito ao tratamento desigual que foi dado à Lua e ao Sol. Com efeito, os padres do concílio de Nicéia e o Papa Gregório XIII ligaram o calendário ao Sol verdadeiro, mas tomaram para Lua pascal uma Lua média que, por vezes, se afasta bastante da Lua astronômica. Por esse motivo, podem dar-se desvios de uma semana ou mesmo de um mês na data da Páscoa.

Dada a importância do ciclo semanal no relacionamento entre os diferentes calendários e, inclusive, na resolução de algumas dúvidas, julgamos de interesse dizer mais alguma coisa sobre o assunto. A seguir estão indicados os respectivos nomes em latim e a sua correspondência com as línguas latinas. Só o português é que se afasta um pouco da tradição.

Domingo: dia do Senhor. Dedicado ao Sol. O astro-rei era tudo para o homem primitivo: espantava as trevas, aquecia os corpos, amadurecia as colheitas. Enfim, o Sol era deus; daí a designação de Dia do Senhor entre os latinos.

Segunda-feira: dia da Lua. Depois do Sol e sempre no céu, a Lua era a impressão mais forte recebida pelo homem. Influía nas marés, no plantio, no corte das madeiras, talvez mesmo no nascimento das crianças. Daí a atribuir-lhe um dia da semana.

Terça-feira: dia de Marte. Na escala dos poderes que governavam os céus, as trevas e os seres humanos, Marte pontificava. Era o senhor da guerra e, portanto, dos destinos das nações e dos povos. A sua influência era tão grande que, inclusive, no calendário romano lhe foi destinado um mês (Março).

Quarta-feira: dia de Mercúrio. Era o deus do comércio, dos viajantes e dos ladrões! Mensageiro e arauto de Júpiter, protegia os comerciantes e os seus negócios; dada a importância que estas criaturas tiveram em todos os tempos e em todos os lugares, alcançaram para o seu deus a consagração de um dia da semana.

Quinta-feira: dia de Júpiter. Honraria conferida ao pai dos deuses pagãos, comandante dos ventos e das tempestades. Daí a ideia de lhe atribuir um dia da semana, talvez para aplacar a sua fúria.

Sexta-feira: dia de Vênus. Nascida da espuma do mar para distribuir belezas pelo mundo, Vênus representava para os pagãos os ideais da formosura, da harmonia e do amor. Daí a razão de merecer a homenagem de um dia da semana. 
Sábado: dia de Saturno. Saturno, deus especialmente querido dos Romanos, foi despojado, pelo uso e pelo tempo, da homenagem consistente em dar nome a um dia da semana. Em Roma eram celebrados grandes festejos em sua honra, as Saturnais, realizadas em dezembro e que se prolongavam por vários dias. Mas a homenagem a Saturno, correspondente a um dia da semana, perdeu-se nas línguas latinas, em que se deu preferência ao termo hebraico Shabbath, que significa repouso, indicado na velha lei judaica como sendo o dia dedicado ao descanso e às orações. Mas a língua inglesa permaneceu fiei ao velho Saturno, chamando ainda ao seu sábado Saturday.

Ao longo desta exposição referimos várias vezes à era de Roma e à era cristã. Talvez seja vantajoso dizer mais alguma coisa sobre o assunto. Os romanos datavam os seus anos a partir da fundação de Roma, "ab urbe condita" que, de acordo com a opinião de Varrão, remonta a 753 antes de Cristo. Mas os romanos contavam a sua era a partir de 21 de abril. Assim, o ano um da era cristã corresponde cerca de 4 meses ao ano 753 de Roma e o resto ao ano 754. Por comodidade, recua-se muitas vezes de alguns meses a era de Roma e faz-se coincidir o ano 1, da nossa era, com o ano 754 de Roma.

Só alguns séculos após o nascimento de Cristo é que se pôs a questão de ligar este acontecimento a uma origem de contagem do tempo. A proposta foi apresentada pelo monge Dionísio o Exíguo por volta do ano 532 da nossa era. Imediatamente adotada pela Igreja, ela foi-se generalizando a todos os países católicos. Em Portugal utilizou se a era de César ou hispânica até ao ano 1422. Esta era havia sido introduzida na Península Ibérica no século V para recordar a conquista da península por Caio Júlio César Augusto no ano 38 antes de Cristo (ano 716 de Roma). Por determinação de D. João I, foi abolida a era de César e o ano 1460 desta era passou a ser o ano 1422 da era cristã.

Dionísio o Exíguo supunha, de acordo com as suas investigações, que Jesus Cristo tinha vindo ao mundo em 25 de dezembro (VIII das calendas de Janeiro) do ano 753 de Roma e fixara, nessa data, o início da era cristã. Mas os cronologistas introduziram um atraso de sete dias, de maneira que o início da era cristã foi transferido para o dia primeiro de janeiro do ano 754 de Roma. Atualmente parece provado que os cálculos não estavam corretos e que Cristo deveria ter nascido cinco a sete anos antes da data em que se celebra o seu nascimento.

Com efeito, essa data é posterior ao édito do recenseamento do mundo romano (ano 747 de Roma ou mais cedo) e anterior à morte de Herodes (ano 750 de Roma). Para alguns cronologistas, é sugerida a data de 747 de Roma, porque nesse ano Júpiter e Saturno estiveram em conjunção na constelação dos Peixes em setembro e em novembro e eles veem neste fenômeno a "estrela de Belém". Mas, para não perturbar a cronologia já estabelecida, foi mantida a data inicialmente proposta, embora tivesse deixado de corresponder ao significado inicial. 
É importante notar, na era cristã os anos são referidos a uma escala sem zero, isto é, a contagem inicia-se no ano um depois de Cristo, designando-se o ano anterior como ano um antes de Cristo. Por conseguinte, qualquer acontecimento ocorrido durante o primeiro ano da era cristã, embora seja apenas de um dia ou de um mês, conta-se como tendo ocorrido no ano 1 depois de Cristo. Por esta razão, o primeiro século, ou intervalo de 100 anos, da era cristã, terminou no dia 31 de dezembro do ano 100 depois de Cristo, quando haviam decorrido os primeiros 100 anos após o início da era. O século II começou no dia 1 de janeiro do ano 101 depois de Cristo e assim sucessivamente.

Consequentemente, o século XXI começou no dia primeiro de janeiro do ano 2001 e terminará no dia 31 de dezembro do ano 3000. Esta forma pouco lógica de numerar os anos do calendário é particularmente inconveniente quando se trata de determinar intervalos de tempo que começam antes da origem da era cristã e terminam depois. Assim, por exemplo, o intervalo entre os anos 50 antes de Cristo e 50 depois de Cristo. Não é de 100 anos, mas apenas de 99. Em geral, estes intervalos de tempo obtêm-se diminuindo um ano, o que é necessário ter em conta ao investigar acontecimentos históricos ou fenômenos astronômicos da Antiguidade datados segundo a era cristã.

Este inconveniente é facilmente resolvido com a introdução dos números negativos, como, aliás, o fazem os astrônomos. Assim, o ano um antes de Cristo corresponde ao ano zero, o ano dois antes de Cristo ao ano -1 e assim sucessivamente.

As datas depois de Cristo exprimem-se da mesma maneira. Para evitar estas dificuldades cronológicas do calendário, o erudito francês Joseph Scaliger propôs em 1582, no mesmo ano da reforma gregoriana do calendário, contar ininterruptamente os dias correspondentes a um período que fosse múltiplo dos períodos lunares e solares normalmente utilizados no calendário e suficientemente extenso para abarcar acontecimentos históricos desde a mais remota Antiguidade.

Convém esclarecer que até 1925 o tempo solar médio era contado em astronomia a partir do meio-dia, para que as observações noturnas caíssem sempre dentro do mesmo dia e não a partir da meia noite, como é usual no tempo civil.

O dia solar médio era então chamado dia astronômico. A partir de 1925, por acordo internacional, os dias solares médios passaram a contar-se com início à meia-noite tanto em astronomia como na vida civil e a designação de dia astronômica caiu em desuso. Mas os dias do período Juliano, que começaram a contar-se de meio-dia a meio-dia segundo o uso astronômico da época, continuam a contar-se da mesma maneira, por razões óbvias de continuidade da escala. Fonte: Museu de topografia prof. Laureano Ibrahim Chaffe departamento de Geodésia – UFRGS

Texto original de autoria de: Manuel Nunes Marques, Diretor do Observatório Astronômico de Lisboa. Ampliação e ilustração de autoria de; Iran Carlos Stalliviere Corrêa, Museu de Topografia Prof. Laureano Ibrahim Chaffe.

MUDARIA AS LEIS

“E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo”. (Daniel 7:24-25). Quem mudaria os tempos e a lei? O poder da besta, representada pelo chifre pequeno do animal terrível e espantoso de Daniel sete.

Ano 321 - MUDANÇA DA LEI: do sábado para o domingo (Constantino estabelece a primeira lei dominical, decretando que todas as cortes de justiça, habitantes de cidades e oficinas repousassem no dia do sol - venerabili die solis.).

Ano 336 - O Concílio de Laodicéia oficializa dentro da igreja a transferência do sábado para o domingo.

Ano 416 - O Papa Inocêncio I diz que o domingo deve ser o dia para o jejum, dando assim força para a guarda do domingo.

Ano 538 - “No Concílio de Orleans, foi ordenado que todas as coisas, anteriormente, permitidas no domingo continuassem em vigor; mas que se abstivessem do trabalho com arado ou em vinhas, sega, ceifa, debulha cultivo, a fim de que as pessoas pudessem frequentar a igreja convenientemente. ” A Igreja Católica na Profecia, 265.

Ano 590 - “O Papa Gregório em carta dirigida ao povo romano, qualificou como profetas do anticristo os que ensinassem que não devia trabalhar no sétimo dia.”

Ano 1999 - “O papa João Paulo II contraria a ordem bíblica dos Dez Mandamentos e emite uma encíclica de 40 páginas intitulada “Dies Domini”, sobre A IMPORTÂNCIA DE GUARDAR O DOMINGO”. “Reafirma neste documento que o dia estabelecido por Deus é o sábado, mas que a igreja achou conveniente mudar o dia de guarda e todos deve guardar o domingo e não o sábado. ” A Igreja Católica na Profecia, 271 e 272.

Ano 2000 - Em setembro de 2000 o papa João Paulo II emite um documento intitulado “Dominiun Jesus”. “Este documento enfatiza que a Igreja Católica é a única igreja verdadeira e o único instrumento de salvação. ”
OS CHIFRES REPRESENTAM 10 REINOS

Note que o anjo Gabriel diz claramente no Versículo 24 que os chifres representam dez reinos. Esses mesmos dez reinos reaparecem em apocalipse 17:12 "E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta".

Curiosamente com a destruição do Império Romano em 476 DC surgiu dez nações bárbaras na Europa Ocidental!! São elas: os Germanos, os Francos, os Burgundos, os Suevos, os Anglo-Saxões, os visigodos, os Lombardos, os Hérulos, os Vândalos e os Ostrogodos. Esses 10 Reinos Bárbaros se tornariam durante a Idade Média as atuais nações da Europa. Por exemplo, a Germânia se tornou a Alemanha, os Francos, a França e por aí vai. Então finalmente descobrimos a identidade dos dez Reis, simboliza a Europa dividida.

No entanto a profecia afirma que três desses Reinos não se desenvolvem (Dan 7:24) dando lugar ao Chifre Pequeno. Isso aconteceu? Sim, os Hérulos caíram em 493, os Vândalos em 498 e os Ostrogodos em 538. Ou seja, são tribos que não se tornaram nações Europeias. No lugar desses três chifres que caíram, surge o Chifre Pequeno. Note que o Chifre significa reino ou país (Daniel 7:24), portanto o Chifre pequeno é uma Nação pequena! Veja que estamos falando da Europa porque o profeta viu os quatro animais surgirem do Mar Grande ou mediterrâneo (Daniel 7:2).
Essa nação se opõe a Lei de Deus, aos santos ou verdadeiros cristãos, e de acordo com algumas traduções altera o calendário dos povos (Daniel 7:25 tempos = calendário). O chifre Pequeno é representado em Apocalipse 13 como uma Besta que subia do mar. Alguma semelhança com Daniel capítulo sete?

A BESTA QUE SOBE DO MAR: APOCALIPSE 13
 
E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia. E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio. E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela? E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se lhe poder para agir por quarenta e dois meses. E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu. E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação. E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. Se alguém tem ouvidos, ouça. Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar a espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos.

Bem, pelo texto acima se percebe que a Besta ou o Chifre pequeno descendem dos reinos da antiguidade representados pelo Leão, Leopardo e Urso. Ela age por três anos e meio em Daniel 7:25 e 42 meses em Apocalipse 13. Incrivelmente são datas iguais! Três anos e seis meses contabilizam 42 meses!

A Contagem de tempo em Profecia

Em profecia um dia equivale a um ano Veja Daniel 11:13; Êxodo 13:10 Levítico 25:8; Ezequiel 4:6-7; Números 14:34; Gênesis 5:5; 6:3; 47:8-9 e I Reis 1:1.
No calendário judaico o ano tinha 360 dias e o mês 30 dias fixos.

Dessa forma: 42 meses = 3 anos e meio = 1260 dias.

Os 1260 dias incrivelmente aparecem em apocalipse 12! Assim 1260 dias proféticos são 1260 anos. Espera um pouco. Isso significa que a nação pequena governaria por 1260 anos? Exato. No ano 533 o Imperador Justiniano lançou um decreto na qual tornava o Bispo de Roma cabeça de todas as igrejas da Cristandade, ganhando poder religioso e temporal. No entanto esse decreto só entrou em vigor no ano de 538.

Dessa forma a Igreja passou a governar a Europa ocidental. Os outros países ficaram sob sua influência durante a longa Idade Média exatamente por 1260 anos, depois, em 1798, na época da Revolução Francesa, o General Francês Berthier invadiu Roma, e prendeu o Papa Pio VI, que morreu no ano seguinte em sua prisão, durante 131 anos o mundo ficou oficialmente sem Papa, cumprindo a profecia.

E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. Se alguém tem ouvidos, ouça: Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Apocalipse 13. Durante 1260 anos os cristãos foram perseguidos através da fogueira, da prisão, do confisco de bens. Era-lhes proibido ter a Bíblia sagrada e se opor a ignorância do clero. A inquisição foi instaurada em 1215 e estima-se que morreram cerca de 50 milhões de pessoas. Os Valdenses, os Albigenses, os cristãos sabatistas da Inglaterra, todos foram exterminados. São notáveis os horrores principalmente na Espanha e na França. A noite de São Bartolomeu no Século XVI foi um verdadeiro massacre de protestantes.

Tudo registrado pela história e que não pode ser escondido. No entanto a profecia indica que era necessário que esse poder perseguidor perdesse o poder temporal o que se deu em 1798 com a invasão francesa e depois em 1870 com as incursões de Garibaldi e a unificação Italiana. Desde então o evangelho passou a ser pregado em sua pureza original sem a intervenção da religião falsa em assuntos de Estado.

A Igreja Católica Apostólica Romana alterou os dez mandamentos cumprindo a Profecia (Dn 7:25) e o calendário do mundo através do Papa Gregório. Mas, a profecia indica que seu poder original seria restaurado. Ou Seja, a Igreja novamente se envolveria em política das nações. E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.

A ferida mortal dada ao fim dos 1260 anos seria curada. Isso foi amplamente defendido em dezenas de livros no século 19. A igreja recuperaria o poder temporal. Tal fato se cumpriu com o Tratado de Latrão assinado pelo fascista Mussolini em 1929 que restaurou o Reino, o Chifre pequeno, criando o Pequeno Estado do Vaticano.

538 ------------------------poder temporal------------------------- 1798
1798 --------------------poder quebrado--------------------1929
  1929------------------poder temporal restaurado --------------2016 Hoje.

O que falta se cumprir? E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, (1798 e 1870) e a sua chaga mortal foi curada (1929); e toda a terra se maravilhou após a besta. Breve é o dia em que a falsa religião será exaltada mais uma vez. Quando a religião novamente regerá assuntos de Estado. Mas quando isso ocorrer: (...) o juízo será estabelecido, e eles tirarão o seu domínio, para destruí-lo e para desfazê-lo até ao fim. E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão (Cristo), e lhe obedecerão. (Daniel 7).

A Profecia das Nações - Parte Final

Resumo: Vimos anteriormente a identidade dos 4 primeiros impérios que foram revelados ao profeta Daniel

1 Leão= Babilônia
2 Urso= Medo- Pérsia
3 Leopardo= Império Grego
4 Animal Terrível= Império Romano

Divide-se em dez nações Bárbaras da Europa Ocidental. Surge dentre elas uma pequena nação, ou chifre pequeno, símbolo da Igreja Romana que: Altera a Lei de Deus, persegue os santos e muda o calendário Juliano.

O tempo que persegue o povo de Deus é de 42 meses, ou três anos e meio, ou 1260 dias ou como um dia em profecia equivale há um ano, 1260 anos. Tal período vai do decreto de Justiniano em 538 até a invasão francesa de 1798.

A Igreja perde o poder temporal entre 1798 e 1929.

Em 1929 seu poder é restaurado com o Tratado de Latrão.
Pois, bem, enquanto a igreja perde seu poder no final do século XVIII, o profeta João em apocalipse 13:11-17 vê surgir uma segunda Besta ou o quinto Império descrito pelas escrituras sagradas:

A BESTA QUE SOBE DA TERRA


E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada. E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu a terra, à vista dos homens. E enganar os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia. E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas. Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.

Note que essa Besta subia da terra, enquanto os quatro animais anteriores subiam do mar! Daniel capítulo 7 a Apocalipse 13. Isso é muito importante! Lembra que o mar simboliza o mar mediterrâneo? Ou a área geográfica da Europa, Oriente Médio e África do Norte? Então terra simboliza um continente que não seja a Europa, a África e a Ásia. A minha pergunta é a seguinte: que nação, que Império surgiu nos séculos 18 e 19 enquanto a igreja perdia seu poder perseguidor? Para onde fugiram as pessoas em busca da tão sonhada liberdade de religião e de expressão? Foi para aquela terra maravilhosa onde como dizia Martin Luther King você não será julgado pela cor da sua pele, seu sexo ou sua religião! Onde a bandeira da liberdade trêmula no Atlântico bem distante das guerras fratricidas do século 20 que destruíram a Europa.

Essa nação, de acordo com a profecia é semelhante ao cordeiro: veja o que João diz do Cordeiro: Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo! João 1:29. Percebe-se assim, que essa nação se parece com Jesus, ela é cristã! Mas alguma coisa acontece e ela passa a falar (O Legislativo- Judiciário- Executivo) como o dragão. Veja o que a Bíblia diz do Dragão: E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele. Apocalipse 12(9). 
Essa nação exerce seu poder na presença da primeira Besta, a Igreja ou o poder religioso- político. Ela companha a Igreja a recuperar seu poder. Essa nação é a única que pode fazer descer fogo do céu por causa da tecnologia. Mas algo acontece, a nação poderosa passa a defender a Besta. Ela entra em aliança com a Besta! A falsa religião novamente se mistura com política! Isso significa que a perseguição retorna como na Idade Média. Essa superpotência passará a usar seu poder econômico para que os santos não possam comprar ou vender. Será um Novo e poderoso Império Romano de extensões globais.

A Bíblia Responde

“Aqui o sentido, que tem sabedoria”. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada’’. Apocalipse 17:9

‘’E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta’’. Apocalipse 17:12

“E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas’’. Apocalipse 17:15

“Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis’’. Apocalipse 13:19
“Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus’’. Apocalipse 14:12

Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. Daniel 7:23 ‘’E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo. Mas o juízo será estabelecido, e eles tirarão o seu domínio, para destruí-lo e para desfazê-lo até ao fim. E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão. Aqui terminou o assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram, e mudou-se em mim o meu semblante; mas guardei o assunto no meu coração’’. Daniel 7:23-27

Os Dez Mandamentos - Êxodo 20. 1 a 17

Amar a Deus

            1 - Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim.

            2 - Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.

            3 - Não tomará o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.

            4 - Lembra-te do dia do sábado, para santificá-lo. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
Amar o Próximo

 5 - Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

6 - Não matarás.

7 - Não adulterarás.

8 - Não furtarás.

9 - Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

10 - Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

MUDANÇAS EFETUADAS PELA IGREJA CATÓLICA

ANO - MUDANÇA DOUTRINÁRIA
321 - MUDANÇA DA LEI: do sábado para o domingo (Constantino estabelece a primeira lei dominical, decretando que todas as cortes de justiça, habitantes de cidades e oficinas repousassem no dia do sol - venerabili die solis.).
336 - O Concílio de Laodicéia oficializa dentro da igreja a transferência do sábado para o domingo.
375 - Venerações dos anjos e santos falecidos e o uso de imagens – Este foi um dos períodos mais negros da igreja, quando Basílio de Cesaréia e Gregório de Nazianzo introduzem o culto aos santos. Além disso, aparecem o incensário, paramentos e altares, mostrando já a forte influência dos pagãos que adentravam a igreja, sem uma experiência de conversão.
386 - Graciliano E Teodósio decretam que todos os litígios e negócios cessassem no domingo.
400 - Orações pelos mortos e o sinal da cruz feito no ar
416 - O Papa Inocêncio I diz que o domingo deve ser o dia para o jejum, dando assim força para a guarda do domingo.
431 - Começo da exaltação a Maria (O termo "Mãe de Deus" foi-lhe aplicado pela primeira vez pelo Concílio de Éfeso.)
440 - Bispo Leão I, foi o primeiro a sustentar sua autoridade sobre os demais. É considerado pelos historiadores como sendo o primeiro Papa, embora não fosse oficialmente.
526 - Extrema Unção – É estabelecida para perdoar os pecados do enfermo antes da morte.
538 - “No Concílio de Orleans, foi ordenado que todas as coisas, anteriormente, permitidas no domingo continuassem em vigor; mas que se abstivessem do trabalho com arado ou em vinhas, sega, ceifa, debulha, cultivo a fim de que as pessoas pudessem frequentar a igreja convenientemente. ” A Igreja Católica na Profecia, 265.
590 - “O Papa Gregório em carta dirigida ao povo romano, qualificou como profetas do anticristo os que ensinassem que não devia trabalhar no sétimo dia.” A Igreja Católica na Profecia, 265.
593 - A doutrina do purgatório (Papa Gregório I.)
600 - LATIM usado para orações e cultos (Papa Gregório I.)
607 - Título de Papa, ou bispo universal, dado a Bonifácio III pelo imperador Focas.
758 - Confissão de pecados aos padres (confissão auricular.)
786 - Adoração da cruz, imagens e relíquias (concílio de Nicéia.)
850 - Água benta (misturada com uma pitada de sal e abençoada pelo sacerdote.)
880 - Decreta-se a prática de canonizarem-se os santos (atribuindo-se a si, o papa, esse direito.)
890 - Adorações a São José
995 - Canonização dos santos mortos (primeira vez pelo Papa João XV.)
998 - Jejuns nas sextas-feiras e durante a quaresma – é estabelecido o dia de finados (os mortos seriam reverenciados neste dia.)
1079 - Celibato dos Sacerdotes (decretado pelo Papa Gregório VII. Os padres casados deveriam divorciar-se de suas esposas.)
1125 - Surge a Ideia da imaculada conceição de maria.
1184 - A inquisição - “neste ano, foi decretado o estabelecimento do tribunal da santa inquisição pelo concílio de Verona, realizado na Itália.
1215 - Transubstanciação – “o Papa Inocente III estabelece o dogma da transubstanciação e já é transformada em artigo de fé. Esta doutrina sustenta que, através da virtude da oração sacerdotal, o pão e o vinho, deixam de ser o que são, alteram sua própria natureza e se transformam no corpo e sangue de cristo.
1229 - A Bíblia proibida aos leigos (a Bíblia é colocada no índex dos livros proibidos.)
1303 - A Igreja Católica Apostólica Romana é proclamada como sendo a única verdadeira, e somente nela o homem pode encontrar salvação.
1439 - Purgatório como dogma pelo concílio de Florença.
1545 - A tradição declarada de autoridade igual à da Bíblia pelo concílio de Trento.
1546 - Livros apócrifos acrescentados à Bíblia pelo concílio de Trento.
1854 - A Imaculada Conceição da virgem Maria (proclamada pelo Papa Pio IX, na sua bula Ineffabilis deus, em 8 de dezembro.) Este dogma sustenta que Maria, igual a Cristo foi concebida sem pecado no seio de sua mãe Joquebede e, por essa razão, maria esteve livre do pecado original. ”
1870 - Infabilidade do Papa em questões de fé e moral (proclamada pelo concílio do Vaticano). “O Papa nunca erra quando está no exercício de sua função. ” A igreja católica na profecia, 270.
1950 - Assunção da virgem Maria – “o dogma da assunção de maria é a crença de que ela foi transportada para o céu sem ver a morte. ” (Proclamada pelo Papa Pio XII)
1965 - Maria, proclamada mãe da igreja (pelo Papa Pio XII)
1999 - “O Papa João Paulo II contraria a ordem Bíblica exarada nos Dez Mandamentos e emite uma encíclica de 40 páginas intitulada “Dies Domini”, sobre a importância de guardar o domingo”. “Reafirma neste documento que o dia estabelecido por Deus é o Sábado, mas que a igreja achou conveniente mudar o dia de guarda e todos deve guardar o Domingo e não o Sábado. ”

O Concílio de Laodicéia

O Concílio de Laodicéia ocorrido em 364 d.C., discutira na ocasião sobre o dia de guarda que o cristianismo deveria seguir. Essa assembleia eclesiástica motivada em parte pela vigência do edito de Constantino estabeleceu no cânon 29: "Os cristãos não devem judaizar e descansar no sábado, mas trabalhar neste dia; porém devem honrar especialmente o dia do Senhor, e, como cristãos, devem se possível, não realizar nenhum trabalho neste dia. Se, entretanto, forem encontrados judaizando sejam excomungados por Cristo”. Analisando este cânon verifica-se que:

Em meio a crescente apostasia dentro do cristianismo houve cristãos que não se curvaram as falsas doutrinas e permaneceram leais aos ensinos bíblicos. Eles obedeciam integralmente aos Dez Mandamentos como Cristo lhes ensinara; A obediência desses cristãos ao quarto mandamento, que apresenta o sábado (sétimo dia da semana) como o "dia do Senhor", causou desconforto e promoveu à ira daqueles que decidiram considerar o domingo (primeiro dia da semana) como dia santo;Esse cânon não objetivava, unicamente, substituir o verdadeiro dia de repouso instituído por Deus, pois determina também perseguição àqueles que seguissem com a observância sabática no sétimo dia.

Líderes religiosos envolvidos por falsas doutrinas apoiaram-se no decreto do imperador Constantino promulgado em 321 d.C. e, em outras leis dominicais estabelecidas em anos subsequentes, para redigir o cânone 29 do Concílio de Laodicéia e assim impor a substituição do dia de descanso semanal instituído por Deus (Êxodo 20:8-11). Adiante alguns comentários sobre estas questões:

"(...) domingo, diem solis, em conformidade com a expressão popular, era necessário para distinguir o dia na abordagem dos pagãos. Durante as eras iniciais da igreja nunca foi intitulado 'o sábado'; esta palavra está restrita ao sétimo dia da semana, o Sábado Judaico, que, como já dissemos, continuou a ser observado por vários séculos pelos convertidos ao cristianismo."

"Embora quase todas as igrejas em todo o mundo celebrem os sagrados mistérios no sábado de cada semana, os cristãos de Alexandria e de Roma, em vista de alguma antiga tradição, cessaram de fazer isso." O povo de Constantinopla e de outras cidades, congregam-se tanto no sábado como no dia imediato; costume esse que nunca é observado em Roma. “Os celtas tinham seus próprios concílios e decretavam suas próprias leis, independente de Roma”. Os celtas usavam uma Bíblia latina diferente da Vulgata, e guardavam o sábado como dia de repouso, com serviços religiosos especiais no domingo.

"É certo que o próprio Cristo, Seus apóstolos e os cristãos primitivos em um considerável espaço de tempo observaram constantemente o sábado do sétimo dia; os evangelistas e São Lucas em Atos sempre se referem ao dia de sábado, delineando a sua solenidade pelos apóstolos e outros cristãos. (...) O sábado do sétimo dia foi solenizado por Cristo, pelos os apóstolos e pelos cristãos primitivos, até que a assembleia de Laodicéia de certa forma aboliu a sua observância. (...) O Concílio de Laodicéia, 364 d.C., estabeleceu primeiramente a observação do dia do Senhor [domingo], e proibiu a guarda do sábado judaico sob anátema."

"Pouco precisa ser dito sobre a mudança do sétimo para o primeiro dia da semana. Os primeiros discípulos conservavam ambos os dias: o Sábado para o descanso, o Domingo para o trabalho. A Igreja Cristã não realizou de forma oficial, mas gradual e quase inconscientemente, a transferência de um dia pelo o outro."

"A oposição ao judaísmo introduziu o particular festival do domingo muito cedo, na verdade, no lugar do sábado. (...) A festa dominical como todas as outras festividades, sempre foi uma ordenança unicamente humana, e estava longe de as cogitações dos apóstolos estabelecerem a este respeito uma ordem divina; longe deles e da primitiva igreja apostólica transferir para o domingo as leis do sábado."

“No intervalo entre os dias dos apóstolos e a conversão de Constantino, a comunidade cristã mudou seu aspecto”. O bispo de Roma, um personagem desconhecido para os autores do Novo Testamento, nesse intervalo de tempo, finalmente conseguiu a primazia de todos os outros clérigos. Ritos e cerimônias, na qual Paulo nem Pedro nunca ouviram, foram usados sorrateiramente e silenciosamente, e, em seguida, firmados como instituições divinas.

"Da época dos apóstolos até o Concílio de Laodicéia, que ocorreu por volta do ano 364, a sagrada observância do sábado dos judeus persistiu, como pode ser comprovada por vários autores; de fato, apesar do decreto desse concílio em oposição a ela.

“Dez Fatores” como: a infiltração de ensinos pagãos no cristianismo; a criação do obscuro "festival da ressurreição"; o ódio de alguns cristãos pelos judeus; a lei civil decretada pelo edito de Constantino; e, a ânsia da Igreja de Roma em substituir o sábado pelo domingo resultou em caos quanto ao dia de descanso que deveria ser seguido no cristianismo.

Esse impasse entre a guarda sabática e dominical ocasionou a observância de ambos os dias por muito tempo. É nesse ambiente conturbado que o Concílio de Laodicéia regulamenta o cânon 29. A guarda do domingo como o "dia do Senhor" não é bíblica, e não era seguida pelos primeiros cristãos da Igreja Primitiva. Se a observância dominical fosse algo definido, fato estabelecido no cristianismo na época de Jesus e de Seus discípulos (como alguns sem base bíblica e histórica alegam) então, por que o Concílio de Laodicéia legislou proibindo o descanso sabático entre os cristãos em suas sessões no século IV? Para que invocar o sábado se ele fora cancelado na cruz e ninguém o observava? É inegável que o conclave traçou diretrizes a respeito do dia de guarda objetivando substituir o sétimo dia (descrito no quarto mandamento) pelo primeiro dia da semana.

Abrangência do Concílio de Laodicéia

Existe no meio protestante, àqueles que se esforçam para minimizar a autoridade do Concílio de Laodicéia argumentando: que ele se realizara no Oriente e não em Roma; que a cidade de Laodicéia era grega e não romana; que a Igreja de Roma não estava presente; que era concílio local, sem amplitude; entre outros pretextos esdrúxulos e inúteis. Na realidade essas pessoas não menosprezam somente os registros e as implicações do Concílio de Laodicéia, mas, qualquer fato histórico que prove a origem pagã da observância dominical.

A ocorrência de um concílio fora de Roma nada significa contra a sua autoridade porque, os primeiros concílios locais e gerais que estabeleceram as doutrinas e diretrizes eclesiásticas da Igreja Romana foram realizados na Turquia (Ásia Menor), tais como os: Concílios de Nicéia; Concílios de Constantinopla; Concílio de Éfeso e o Concílio de Calcedônia. Os demais ocorreram na Europa a partir do Concílio de Latrão (1123 d.C.); e, na cidade de Roma, somente os Concílios de Trento e do Vaticano. O fato da maioria dessas assembleias terem sido realizadas fora de Roma não enfraquece a autoridade de suas decisões para os fins que foram estabelecidos.

A afirmação de que o Concílio de Laodicéia foi local sem amplitude revela ignorância dos fatos, pois, todas as decisões tomadas em seus sessenta cânones, foram totalmente ratificadas e oficializadas pelo cânon 01 do Concílio (Geral) de Calcedônia, demonstrando a autoridade e a universalidade da assembleia Laodicéia: "Os cânones até esta data publicados pelos santos Pais em todos os sínodos terão validade”.

“Além de reforçar os cânones” dos concílios anteriores da igreja, bem como as declarações de alguns sínodos locais, o concílio [de Calcedônia] emitiu decretos disciplinares destinados a monges e clérigos e, declarou patriarcados Jerusalém e Constantinopla. O efeito global foi para dar à igreja um caráter institucional mais estável 13 “O concílio [de Laodicéia] foi composto por 32 bispos das províncias da Ásia e os resultados das decisões produziram 60 cânones que foram pronunciados como credos obrigatórios aos cristãos em todo o mundo pelo Concílio de Calcedônia em 451”.

Pode-se destacar ainda que, o Concílio de Laodicéia teve legitimidade em estabelecer quais livros pertenceria a Bíblia, eliminando do seu catálogo os livros apócrifos 15 Na ocasião o livro do Apocalipse não foi aceito, porém, fora incluído posteriormente no Concílio de Cartago (ocorrido na África) em 397 d.C. Essas medidas de aplicação universal também foram confirmadas pelo Concílio Geral de Calcedônia.

Através desses dois concílios locais (Laodicéia e Cartago) realizados fora do território de Roma e com pequena representatividade da Igreja Romana é que, os protestantes (especialmente os que se contorcem para desmerecer as implicações e a universalidade do Concílio de Laodicéia), possuem hoje suas Bíblias em ordem com todos os livros inspirados e, excluídos os deuterocanônicos (apócrifos). Lembrando que, na contrarreforma, a Igreja de Roma voltou a utilizar os apócrifos com o intuito de combater o protestantismo.

A Tríplice Mensagem Angélica
Conforme Apocalipse 14:6-12.

Na metade do século XIX, estudiosos das escrituras das mais variadas denominações protestantes, descobriram o resumo de toda a mensagem apocalíptica relativa a volta gloriosa de Jesus nas 3 mensagens angélicas do capítulo 14 do Apocalipse. Essas três mensagens foram consideradas o último e grande alerta que deve ser dado ao mundo relativos à nossa salvação pessoal, antes que termine o tempo da graça, antes que Jesus deixe de ser o nosso advogado onisciente perante o Pai.

As três mensagens também trazem novas e inéditas responsabilidades ao povo de Deus. Agora eles não devem apenas pregar a conversão e a obediência, mas também a volta do Senhor e a diferença entre obedecer à lei Deus e a lei dos homens (estes personificados pela falsa religião e o Estado).

As três mensagens são equivalentes à mensagem primitiva do dilúvio. Na antiguidade os que quisessem se salvar, deveriam se abrigar na Arca. No entanto, o mundo escarneceu de Noé e sua família e todos se perderam. As três mensagens falam da preparação que os filhos de Deus devem ter para estarem de pé na volta do Senhor. Não dar atenção a elas equivale a rejeitar os fundamentos do evangelho e acabar se perdendo.

A Mensagem do Primeiro Anjo:

Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que assentam sobre a Terra, e a cada nação e tribo e língua e povo, dizendo em grande voz: “Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo e adorai aquele que fez o céu, a terra e o mar e as fontes das águas”. Apocalipse 14:6 e 7.

O primeiro anjo tem um evangelho eterno para pregar a toda a população da Terra. Que evangelho é esse? E porque ele é eterno? O centro desse evangelho é que Deus amou o mundo de tal maneira que entregou o seu Filho único para que, todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3:15).

Certamente esse evangelho é eterno porque existia essa ideia de salvar o homem desde a fundação do mundo, desde tempos imemoriais (Ap 13:8 e Colossenses 1:26 e 2:2). Tanto que desde Adão e Eva sacrificava um cordeiro que simbolizaria a morte do Messias.

Dessa forma, o primeiro anjo não prega novidade nenhuma, a não a ser a fé que foi revelada aos santos: que Deus se fez carne e habitou entre nós. Mas ele também simboliza um movimento mundial que busca levar essa mensagem não somente a todas as nações, mas a toda tribo, língua e povo.

Esta é a mensagem de que o Juízo investigativo já começou no céu e Jesus está voltando, para buscar seus filhos. O anjo faz uma menção de parte do quarto mandamento da lei de Deus ao dizer que devemos “adorar aquele que fez o céu, a terra, o mar e a fontes das águas”.

Repare: “Porque em seis dias fez o Senhor, o céu, a terra, o mar e ao sétimo dia descansou, por isso Deus abençoou e santificou o dia de sábado”. (Êxodo 20) 
E porque ele menciona o quarto mandamento? Porque é o único que identifica o Deus que adoramos, ou seja, aquele que criou tudo o que existe. Por isso ele é digno de adoração. Por isso Deus separou o Sábado para nós o adorarmos. Nosso Deus é Jesus o Senhor do Sábado.

A Mensagem do Segundo Anjo:

Enquanto a primeira mensagem enfoca o evangelho e o Deus verdadeiro a segunda mensagem diz: “Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição”.

De acordo com a Profecia das Nações, cinco nações imperiais perseguiriam o povo de Deus até a volta de Jesus. A Primeira delas (considerando a profecia, porque senão seria a terceira nação perseguidora após o Egito e a Assíria) foi Babilônia em torno de 600 anos antes de Cristo. Babilônia adorava o deus sol no primeiro dia da semana e se deleitava em imagens de escultura. Também misturava o Estado com a Religião e alcançava muitos povos com sua influência. É a herdeira da Torre de Babel, simbolizando confusão de povos pagãos.

Assim, no Apocalipse, Babilônia simboliza uma Religião-Estado que tem práticas semelhantes. Em apocalipse 17 se vê claramente a alusão de uma Igreja controlando a política das nações e ela tem um nome: “Babilônia, mãe das prostitutas e abominações da Terra”. Apocalipse 17:5.
Dessa forma Babilônia tem filhas com práticas semelhantes e simboliza não apenas um Estado-Igreja, mas todos os grupos religiosos que se opõe a verdade do evangelho eterno, ou seja: adoramos o Deus criador e seu Filho que morreu na cruz, o Senhor que é adorado aos Sábados. Apocalipse 18:4 diz: “Retirai-vos dela povo meu para não serem cúmplices em seus pecados e para não receberdes os seus flagelos”. Assim, o resumo dessa mensagem é: abandone os grupos religiosos falsos que não obedecem a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.

A Mensagem do Terceiro Anjo

As duas mensagens anteriores identificavam o evangelho eterno, o Deus criador e enfocava que o povo de Deus deve se separar do mundo e as falsas organizações religiosas. O último anjo diz:

E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.

E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome.

Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

O Terceiro Anjo fala que aquele que receber o sinal da Besta se perderá. Vimos na página A Marca da Besta e o Selo de Deus que o Selo de Deus é o quarto mandamento da lei de Deus. É a assinatura divina que identifica o Deus criador: a santificação sabática. Assim, a marca da Besta será quando a falsa religião e o Estado se unirem para perseguirem os que obedecem aos 10 mandamentos. Isso fica claro no versículo 12: “Aqui está à paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus”

Não importa o que aconteça, o povo de Deus lhe obedece aos (10) mandamentos o que inclui o sábado e mantém a fé em Jesus, o autor de nossa esperança. O versículo 12 também identifica a Igreja virgem representada em Apocalipse 12:17: “Irou-se o Dragão (satanás) contra a mulher (no caso a virgem: a Igreja pura) e foi fazer guerra com os restantes da sua descendência: os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus”. Apocalipse 19:10 “O testemunho de Jesus é o espírito (dom) de profecia”.

Quando satanás se irar contra a pequena Igreja verdadeira, e a Religião que também é um Estado for glorificada e amada pelos homens, Jesus voltará para salvar os seus Filhos. De que lado você pretenderá estar?

OS FALSOS PROFETAS E A LEI

Nos dias de hoje encontramos tantas igrejas, que fica difícil saber qual está dizendo a verdade, ou se todas falam a verdade, com alguma diferença em suas doutrinas. Certo mesmo que desde o início da nossa história, sempre existiram dois caminhos, um que leva o homem a DEUS e outro que nos afasta de DEUS, exemplos:

Caim e Abel, os dois levantaram um altar para DEUS, os dois oraram a DEUS, os dois fizeram sacrifício a DEUS. Qual foi a diferença? Abel obedeceu e fez exatamente o que DEUS havia lhe pedido, sacrificando um cordeiro, pois somente o sangue poderia remir os pecados. Caim por sua vez colocou as suas “obras” como oferta a DEUS. Hoje não acontece a mesma coisa, DEUS pede que guardemos as suas LEIS, mas o homem deu uma nova interpretação e substituiu um ou mais mandamentos, passando assim a oferecer suas próprias ofertas, como Caim o fez. (Gênesis 4:1-16)

Depois da morte de Salomão (Rei de Israel), o seu reino acabou sendo dividido em dois, ficando duas das 12 tribos de Israel com o filho de Salomão o jovem Roboão e as outras 10 tribos seguiram Jeroboão. Não demorou e o povo de Israel começou a ter práticas diferentes, em relação a adoração a DEUS, veja agora que as práticas eram quase iguais em quase tudo. O povo de Judá e os Levitas adoravam a DEUS no templo, no altar sacrificavam animais limpos, como demonstração do arrependimento de seus pecados. Depois Israel (as outras 10 tribos) começou a adorar a DEUS, nos dois altares construídos pelo rei Jeroboão, que introduziu a idolatria no meio dessa adoração. Os dois grupos de pessoas, levantaram um altar, os dois sacrificavam animais, os dois oravam e cantavam para DEUS, mas DEUS rejeitou o sacrifício das 10 tribos, mandando um profeta alertar do erro e pedindo que voltassem para a verdadeira adoração. (1ª Reis 12:1-33 e 13:1-34).

Em toda a história, sempre nós tivemos o direito de escolher, podemos adorar a DEUS ou rejeitar esse privilégio e para piorar ainda, somos bombardeados todos os dias com novas igrejas, mensagens que apresentam uma libertação, benção que podem ser compradas com uma oferta especial, campanhas das mais diversas, apresentando um JESUS salvador, que não exige nada das pessoas, vocês só precisam ter fé, em relação ao arrependimento, mudança de comportamento, entrega da vida a JESUS, ficaria para outro momento, pois agora o que importa é dizer eu amo a JESUS.

A bíblia nos apresenta, que no dia da volta de JESUS, muitas pessoas vão se aproximar de JESUS, para questionar a razão por eles não terem sido salvos. “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade”. (Mateus 7:21-23)

Para que fique claro esse pensamento apresentado na palavra de DEUS, encontramos outra passagem que pode nos dar uma noção da importância de obedecer ao verdadeiro DEUS. “E por que me chamais, SENHOR, Senhor, e não fazeis o que eu digo? Qualquer que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante: É semelhante ao homem que edificou uma casa, e cavou, e abriu bem fundo, e pôs os alicerces sobre a rocha; e, vindo a enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa, e não a pôde abalar, porque estava fundada sobre a rocha. Mas o que ouve e não pratica é semelhante ao homem que edificou uma casa sobre terra, sem alicerces, na qual bateu com ímpeto a corrente, e logo caiu; e foi grande a ruína daquela casa”. (Lucas 6:46-49)

QUEM SÃO OS FALSOS PROFETAS?

Aparentemente essa pergunta parece não ser tão simples de responder, vamos estudar a luz da Palavra de DEUS e espero que você que está lendo possa encontrar as respostas que representam somente a verdade. “Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo. Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo. Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis”. (2º Coríntios 11:2-4).

Devemos ter cuidado com os falsos profetas, pois vão se disfarçar “Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz”. (2º Coríntios 11:13-14).

Apesar de falarem de JESUS e orarem a DEUS, tudo o que fazem eleva apenas um ser, o inimigo de DEUS, satanás é adorado por essas pessoas, mesmo que elas ainda não tenham percebido isso, pois ao desobedecer a vontade de DEUS, as pessoas que se apresentam como mensageiros do SENHOR, servem apenas para propagar a mentira que é obra de demônios. “Antes digo que as coisas que eles sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios”. (1º Coríntios 10:20-21)

Não se engane, pois, o diabo se desfaça de várias maneiras para enganar, mentir, fazer com que as pessoas venham a adora-lo, e depois dá o bote para destruir a sua vida, cuidado com o que o seu coração deseja, ou aquilo que contempla os seus olhos, e principalmente onde está o seu pensamento, pois destas coisas vem à destruição e o domínio de satanás. “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo”. (1ª Pedro 5:8-9).

Hoje dentro de nossas igrejas, tem pessoas que se disfarçam de adventista só para enganar, apresentam uma nova luz, colocam o regime alimentar como tábua de salvação e se esquecem do sacrifício de CRISTO na cruz do calvário, sem falar que logo nega a CRISTO como DEUS, o ESPÍRITO SANTO deixa de ser uma divindade para se tornar uma energia. São lobos devoradores, guiados unicamente com o propósito de levar você ao erro, servos do demônio, missionários de satanás, o que devemos fazer nesses casos, leia a bíblia e veja. “Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo. Olhai por vós mesmos, para que não percamos o que temos ganho, antes recebamos o inteiro galardão. Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras”. (2º João 7 até 11).

Sei que neste momento as perguntas quem são e como identificar os falsos profetas ainda não foi respondido, vamos então nos aprofundar no assunto, para encontrar algumas características que nos permita vislumbrar tais obreiros e suas obras, para que não venhamos a ser enganados por suas falácias. “Os seus profetas são levianos, homens aleivosos (pérfidos); os seus sacerdotes profanam o santuário, e violam a lei”. (Sofonias 3:4)

Você pode se perguntar, esta passagem está no Velho Testamento, como se a bíblia hoje fosse dívida em duas partes, uma que não vale mais e outra que continuaria tendo valor, cuidado com tal afirmação, pois se o Velho Testamento não deve mais ser seguido, porque as igrejas cobram o dizimo, afinal ele é bem explicado e aparece no Velho Testamento. O que está em jogo hoje é obedecemos ou não obedecemos a DEUS. “Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto, não sejais seus companheiros”. (Efésios 5:6-7).

Quem são os filhos de Deus e os filhos do diabo?

Nós servimos a quem obedecemos, e tornamos servos por causa da obediência. O pecado hoje nos afasta de DEUS, por que DEUS ama o pecador mais abomina o pecado, não pode haver uma pessoa que deliberadamente desobedece a DEUS, e essa mesma pessoa seja um instrumento do SENHOR, ela é sim um instrumento usado de forma sorrateira pelo diabo. “Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo. Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus”. (1º João 3:8-9).

É bom lembrar que todos nós somos pecadores, então todos nós somos do diabo? Claro que não, mas como, se os versos acima são claros em relação ao pecado, quando entregamos a nossa vida a JESUS, aceitamos o seu sacrifício na cruz e por este sacrifício somos perdoados. A prática deliberada do pecado, sem o verdadeiro arrependimento é que transforma uma pessoa em filho de DEUS ou do diabo, pois JESUS veio destruir as obras do diabo, que são os pecados cometidos pela humanidade. Tudo bem, mas como vou saber se estou pecando? Afinal o que é pecado? “Todo aquele que prática o pecado também transgride a LEI, porque o pecado é a transgressão da LEI”. (1º João 3:4).

Os verdadeiros profetas amam a Deus.
E você ama a Jesus?

Um jovem começa a namorar, os dois estão apaixonados, o amor transpira pelos poros, a cada encontro este sentimento aumenta mais e mais, é lógico esperar que os dois busquem agradar um ao outro, e procurar fazer aquilo que o outro gosta. A pergunta é bem simples: Você ama a JESUS? Será que ama mesmo? Então vejamos se verdadeiramente você ama a JESUS.

Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós. Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós. Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis; porque eu vivo, e vós vivereis. Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós. Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele” (João 14:15 e 21).

Todos nós que lemos a bíblia, queremos permanecer no amor de JESUS, está conectado com CRISTO é na realidade a vontade de muitas pessoas sinceras, que sentam que algo a incomoda, mas ainda não percebeu o que realmente é esse incomodar do ESPÍRITO SANTO. “Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim serão meus discípulos. Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor”. (João 15:8-10).

Sabemos que o pai da mentira é satanás, podemos então dizer que todo o mentiroso é filho de satanás. Os falsos profetas são filhos de satanás, porque eles pregam uma verdade misturada com a mentira, e você está de que lado nesta história, neste grande conflito entre o bem e o mal em que lugar você está neste momento. “E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade. Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele”. (1º João 2:3-5)

Que mandamentos nós devemos guardar?

Nos dias de hoje, várias igrejas de todo o mundo afirmam que guardam os mandamentos de DEUS, e afirmam categoricamente que o sábado foi abolido por JESUS na cruz, e apresentam o domingo como o novo dia do SENHOR. Afinal quais são as LEIS que representam o verdadeiro mandamento de DEUS. “Mestre, qual é o grande mandamento na lei? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. (Mateus 22:36-40).

Para que não fique nenhuma dúvida sobre qual mandamento JESUS está falando, vamos ler o que o próprio CRISTO disse ao jovem rico. “E eis que, aproximando-se dele um jovem, disse-lhe: Bom Mestre, que bem-farei para conseguir a vida eterna? E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos. Disse-lhe ele: Quais? E Jesus disse: (6ºmandamento) Não matarás, (7ºmandamento) não cometerás adultério, (8ºmandamento) não furtarás, (9ºmandamento) não dirás falso testemunho; (5ºmandamento) Honra teu pai e tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade; que me falta ainda? Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me. E o jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades” (Mateus 19:16-22)

Fica claro que JESUS estava falando dos Dez Mandamentos do livro de Êxodo no capitulo 20, que foi escrito pelo dedo do próprio DEUS. “E deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte Sinai) as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus”. (Êxodo 31:18). Cristo nos pede para amar o próximo da mesma forma que amamos a DEUS, a guarda dos mandamentos deve ser com amor.

“A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor”. (Romanos 13:8-10). Observe que aqui não está falando da abolição da LEI e sim do cumprimento com amor.
Muitos afirmam que JESUS escreveu um novo mandamento, quando falou do amor a DEUS e ao próximo, mas se dermos uma olhada no livro de Levíticos vamos ler que a LEI sempre ou pelo menos deveria ter sido observada, obedecida, fundamentada no princípio eterno do amor ao próximo. “Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o SENHOR. ”. (Levíticos 19:18).

Ainda no Velho Testamento encontramos no livro de Deuteronômio, uma afirmação do amor a DEUS, como primícias da obediência aos mandamentos. “Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças”. (Deuteronômio 6:5).

Diante deste paradigma, DEUS estabelece suas normas e seus estatutos, e para que não fique nenhuma dúvida da importância da LEI de DEUS, se estabelece uma benção ou maldição, depende da escolha de cada um.

“Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição; A bênção, quando cumprirdes os mandamentos do SENHOR vosso Deus, que hoje vos mando; Porém a maldição, se não cumprirdes os mandamentos do SENHOR vosso Deus, e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes. (Deuteronômio 11:26-28)
A Lei foi abolida?

Paulo em Romanos declara que existe uma LEI da Fé, e que nenhuma pessoa pense que pode fazer alguma coisa para alcançar a salvação, está ação para Paulo seria as obras da LEI, ele não está afirmando aqui que a LEI foi abolida, ou algo parecido, simplesmente Paulo está dizendo que a Fé em JESUS é a única forma de alcançarmos a salvação.

“Onde está logo a jactância (Comportamento de quem age com arrogância)? É excluída. Por qual lei? Das obras? Não; mas pela Lei da fé. Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei”. (Romanos 3:27-28).

Algumas pessoas atribuem a estes versos razão para abolir a LEI pela Fé, mas notamos claramente que Paulo estava falando de pessoas orgulhosas, que achavam que já estavam salvas, e por essa razão eram melhores que as demais, pelo simples fato que guardarem as LEIS de DEUS. Neste mesmo capitulo Paulo derruba a afirmação da abolição da LEI, com este verso.  “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei”. (Romanos 3:31). Não existe dúvida nos versos acima, a Fé não anula a LEI, mas confirma, pois só podemos guardar a LEI pela Fé, e não para ser salvo por ela, pois pela Fé acreditamos que JESUS nos salvou dessa forma a obediência da LEI é o resultado natural da nossa Fé.

Pelo fato de ter sido salvo por JESUS, agora estou debaixo da graça de nosso SENHOR, e não posso sofrer os danos da LEI. “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça”. (Romanos 6:14). Este é outro verso usado por muitos para tentar provar que a LEI deixou de existir, más vejamos uma coisa qual é a função da LEI.

Imagine que a LEI seja um espelho, o espelho seve para mostrar alguma imperfeição ou sujeira que porventura esteja em nosso rosto, apesar de mostrar a nossa sujeira, o espelho não serve para limpar a sujeira, aqui entra a graça de JESUS, a água da vida. Os dez mandamentos são exatamente como o espelho, mostram nossa condição pecadora, e assim podemos recorrer a CRISTO, para receber o perdão. Se a LEI fosse abolida nós seriamos perdoados de que?

Satanás sabe que o salário do pecado é a morte, Deus disse a Eva não coma do fruto porque no dia que dele comer certamente morrerá, satanás disse a mulher coma, DEUS está com medo que você se torne como Ele, conhecedora do bem e do mal. Nós sabemos o que aconteceu e quem estava mentindo? Agora DEUS nos avisa outra vez. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”. (Romanos 6:23).

A LEI tem sua função bem definida, mostrar os nossos pecados, a LEI não é o próprio pecado, como afirma alguns para justificar a desobediência aos mandamentos.

Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, operou em mim toda a concupiscência; porquanto sem a lei estava morto o pecado. E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri. E o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte. Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou, e por ele me matou. E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom”. (Romanos 7:7-12).

            Depois de lermos estes versos perguntamos o que Paulo queria nos dizer? A salvação é unicamente pela graça, ou seja, de graça, nós não fizemos e nem vamos fazer nada que nos faça merecedores da salvação, o mérito é todo de CRISTO. Acompanhe este raciocínio:

1.                Somos salvos pela Graça

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. (Efésios 2:8). Até a nossa Fé vem de DEUS.

2.                Nós somos justificados pela Fé. A justiça não é fruto da obediência.

Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei. (Romanos 3:28). Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé. (Tiago 2:24). Tem-se uma falsa impressão de que Paulo e Tiago estivessem se contrapondo. A verdade é que os dois estão falando da mesma situação, pois é somente através da Fé que podemos guardar a LEI.

As obras apresentadas por Tiago é o fruto do ESPÍRITO SANTO, produzindo em nossas vidas. Podemos ler em João a seguinte afirmação de JESUS “Eu sou a videira, vós os ramos” quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. (João 15:5);
A justificação significa torna-se justo diante de DEUS, ou seja, receber o perdão dos nossos pecados e assim ficamos limpos na presença do Senhor. A justiça é o resultado da Graça, a função da LEI é exatamente levar cada pessoa a JESUS.

(João 1:29. Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do homem). “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê”. (Romanos 10:4), a palavra FIM, não representa que acabou e sim o caminho, a finalidade, a palavra do original Grego é Telos que foi traduzida aqui como fim, mas ela representa objetivo, meta, finalidade. Podemos entender lendo “Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado”. (Romanos 3:20).

A obediência a LEI é o resultado da FÉ, por amor a DEUS nós obedecemos guardando os seus mandamentos. “Pelo qual recebemos a graça e o apostolado, para a obediência da fé entre todas as gentes pelo seu nome, Entre as quais sois também vós chamados para serdes de Jesus Cristo” (Romanos 1:5). A palavra chave aqui é a obediência, devemos obedecer a DEUS, pela Fé, e guardar firmemente seus mandamentos. “Mas que se manifestou agora, e se notificou pelas Escrituras dos profetas, segundo o mandamento do Deus eterno, a todas as nações para obediência da fé”. (Romanos 16:26)

3.                Seremos julgados pelas OBRAS.

“E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras”. (Apocalipse 20:12). Como podemos ser julgados pelas obras, se a salvação é pela Graça, ou seja, de graça. Depois de colocarmos as nossas vidas nas mãos de JESUS, haverá uma transformação completa em nosso ser, que não será realizada por nós, mas CRISTO produzirá frutos em nossas vidas. “Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor. Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo”. (João 15:5-11)

Os 10 Mandamentos no Novo Testamento
Amar a Deus

1º - Então lhe disse Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Mateus 4:10
2º - Filhinhos guardem-vos dos ídolos. Amém. 1ª João 5:21 e
Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens. Atos 17:29
3º - Todos os servos que estão debaixo do jugo estimem os seus senhores por dignos de toda a honra, para que o nome de Deus e a doutrina não sejam blasfemados. 1ª Timóteo 6:1
4º - E orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado. Mateus 24:20
E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. Assim o Filho do homem até do sábado é Senhor. Marcos 2:27-28
Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia. Hebreus 4:4
Portanto, resta ainda um repouso para o povo de Deus. Porque aquele que entrou no seu repouso, ele próprio repousou de suas obras, como Deus das suas. Hebreus 4:9-10
Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. Colossenses 1:16

Amar ao Próximo

5º - Honra teu pai e tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Mateus 19:19
6º - Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Romanos 13:9
7º - Disse-lhe ele: Quais? E Jesus disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho. Mateus 19:18
8º - Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Romanos 13:9
9º - Tu sabes os mandamentos: Não adulterarás; não matarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; não defraudarás alguém; honra a teu pai e a tua mãe. Marcos 10:19
10º - Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. Romanos 7:7.

FIM

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